Atualmente, no leilão judicial convencional o valor referente à arrematação do bem é depositado na Conta Única do PJMS e, em fase futura do processo, o valor é liberado por meio de alvará.  Para mantermos este modelo mesmo com a adoção do Leilão Eletrônico foi necessário projetar e desenvolver uma infraestrutura de integração entre a Conta Única e os sistemas das empresas credenciadas. Os requisitos básicos desta integração foram eficiência e simplicidade, de maneira que não houvesse falhas e não onerasse as empresas credenciadas na adaptação de seus sistemas. O resultado deste trabalho pode ser visto em maiores detalhes através Manual de Integração entre o PJMS e as Empresas Gestoras.

Resumidamente, no modelo de integração adotado os sistemas das empresas devem fazer uma requisição HTTP para o sistema do PJMS para que este gere um boleto bancário já com os dados necessários para depósito em sua Conta Única. Diariamente o PJMS recebe arquivos de retorno do Banco. Estes arquivos são processados e então é possível identificar quais boletos gerados foram pagos. As informações dos boletos pagos e pendentes são disponibilizadas aos gestores por meio da tecnologia Webservice. O sistema de cada gestor possui um usuário e senha para autenticar-se e obter os dados apenas de seus respectivos boletos.

O desenvolvimento desta integração com o PJMS fez parte dos requisitos de software do Edital 01/2010. As empresas que conquistaram o credenciamento tiveram de entrar em contato com os analistas da TI para efetuar em conjunto o desenvolvimento e testes da integração.

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